Traçando Destroços


Sábado, Janeiro 28, 2006  

Vou aonde o vento me leva

Muita gente, talvez as mais bem sucedidas na vida (quem sabe?) simplesmente não admitem ter um guia tão inconstante quanto o vento.

Deve ser interessante ter total controle sobre suas atitudes, seu pensamento, suas ações. Manter tudo milimétricamente programado, planejar todos os dias do seu final de semana, do seu mês, do seu ano. Controlar ao máximo os imprevistos...

Mas comigo isso simplesmente não funciona! Não que eu acredite muito nisso, mas meu nascimento já foi guiado pelo vento, ditado pelo ar. Meu elemento, no zodíaco e no espírito! Voar junto ao vento nunca me fez mal... Gostaria ainda de levar isso mais ao pé da letra e saltar às nuvens como um anjo caído. Um dia quem sabe, não realizo este sonho?

E por mais que programe meus dias e minhas horas com antecedência, quase nada funciona do jeito previsto.

Sendo assim, se é para perder tempo com algo que não será seguido, aproveitemos cada minuto, cada brisa, cada sopro para seguir às margens desse vento!

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 10:27 PM
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Quarta-feira, Janeiro 25, 2006  

Crise Hormonal

Estou tão sem inspiração para escrever este mês que chega a dar calafrios. Tenho certeza que a culpa é dos hormônios que, embora pareça piada, estão realmente alterados. Antes isso fosse apenas um estigma levado pela espécie. Daqueles que dizem que nasceu mulher basta para usar a desculpa dos hormônios a flor da pele. Mas Papai do Céu quando olhou para mim ao berço decidiu que eu não levaria esse rótulo desmerecidamente e me deu um útero que proporciona esse tipo de desequilíbrio. Assim sendo, recebi como benção o dom de ser naturalmente desequilibrada. Isso gera algumas boas desculpas do tipo:

- Pq vc come desse jeito?
- Estou passando por uma crise hormonal!

Ou

- Kra, vc me deu um fora cavalar! Vai ser grossa assim em outro planeta!
- Desculpe, estou passando por uma crise hormonal!

Enfim... Bem prático!

No entanto há seus efeitos colaterais: anticoncepcionais mais caros do mercado, pernas que ficam parecendo de elefante quando resolvo interromper a medicação, e a equipe do Pinel que não se cansa de ligar para minha mãe perguntando se "Agora é hora"...

Para piorar, a única pessoa que estabilizava meu temperamento foi para Mury e vai ficar 2 semanas longe... Já estou com saudades! Muito triste não ter uma coisinha fofa esperando você chegar em casa para dizer o quanto te ama e fazer cafuné até dormir... E não adianta dizer que é carência ou chantagem emocional, eu tenho como explicar: estou passando por uma crise hormonal! ;)

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 11:12 PM
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Domingo, Janeiro 22, 2006  

Mar, lua, memórias novas e antigas
Uma noite escrita com o sopro de uma adolescente

Pessoas que andam
Que limpam
Que olham
E dois corações que não se importam
Pelo menos naquele momento

Vontade de bater contra as ondas
Correr, voar, dançar, sorrir
Sem preocupações com os pensamentos alheios

Fazer
Sentir
Unir
Viver
Amar
E repetir

A noite perfeita
A companhia perfeita

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 12:10 AM
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Sábado, Janeiro 21, 2006  

Estou tão aborrecida por essas ultimas brincadeiras que nem tenho vontade de postar nada ultimamente.

Cheia de coisas legais acontecendo pela semana: Encontros adolescentes, memórias boas trazidas a tona, praia bombando de gente bonita, espirito de liberdade a flor da pela, romantismo... Mas tudo sendo calado e sufocado por conta de uns e outros...

Primeiro: esses tais admiradores (com exceção do Admirador 2, que eu sei quem é e sei a verdadeira medida das suas palavras) estão passando dos limites! A brincadeira pode ter sido engraçada até aqui mas ficar com meu blog aberto para responder cada um dos meus amigos que deixam um recado para mim como se fossem os anfitriões da casa foi demais! Justiça seja feita, até o primeiro Admirador foi muito mais sensato e menos pedante que este ultimo! E dessa vez não há dúvidas sobre sua autoria. Não queria ter que ser mais direta que isso e vou me dar por satisfeita com esse comentário!

Mas tenham certeza que não disse nem metade das coisas que queria! Não quero ser tão direta quanto Andréa, mas acho que ela está coberta de razão!

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Viram como essas coisas me aborrecem? Odeio ser grossa e ignorante mas parece que algumas pessoas não entendem as coisas!

Pow!!! Precisavam esperar eu explodir? Precisavam passar dos limites?

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 11:16 PM
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Terça-feira, Janeiro 17, 2006  

O Céu é para todos

Não é segredo para ninguém que não sou chegada a nenhuma religião. Isso porque tenho uma maneira particular de ver as coisas. Acredito mais no que é justo e bom que em outros mitos e dogmas.

De uma maneira ambígua, sinto que no fundo há uma energia maior que explica a relação de tudo que há no universo, no entanto, não creio que essa força esteja aqui para nos julgar, nos testar ou tentar.

De um modo estranho às vezes me pego rezando baixinho numa fé desconhecida, quando não, conversando com meus anjos e guardiões. Até por isso, não creio que eles nos abandonariam num momento de desespero extremado.

O céu é para todos!
Seja eu uma abelha ou um ser humano.
Seja eu uma freira ou uma assassina.
Seja eu uma santa ou pecadora.
Seja de dia ou de noite.
O Céu está sempre no mesmo lugar!

Podemos fechar os olhos,
atirar contra nossa existência,
mas o céu sempre estará lá!
No mesmo lugar.
Azul.
Inebriante.
Acolhedor.

E sobre ele, as crenças de todas as religiões
Os santos dos católicos e umbandas
Os deuses dos gregos e egípcios
O Senhor de todo protestante
E os nossos entes queridos....
Sejam quem for
Partam da maneira que lhes for destinada

O céu é e sempre será para todos!

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 11:35 PM
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Quinta-feira, Janeiro 12, 2006  

Redundâncias

Espírito inquieto, mente improdutiva porem fértil
As horas se arrastam como um suspiro retido no peito
Que ao invés de sufocar inspiram
Como a promessa de um amanhecer mais brilhante.
de algo que esta para acontecer...

A pontada no peito indica uma pressão desconhecida
de uma expectativa extremada sobre algo que não se conhece

No fundo a sensação de abandono
O medo por uma realidade desconhecida
O desejo de retornar aos braços de uma antiga rotina
E como uma criança, o desespero por poder deitar a cabeça em um colo acolhedor
E chorar... Sorrir... Calar...
Sem razão de ser
Apenas por estar e poder

Por outro lado a expectativa por me encontrar
A excitação por me conhecer
O poder de conquistar

Um vazio que pela primeira vez parece recheado
Como um céu totalmente limpo
Aonde não se vê uma nuvem
Mesmo existindo correntes de vento

E aonde há vento, há massa de ar
E aonde há ar há o que respirar
E inspirar
E suspirar

O suspiro retido no peito
sufocante
expressivo
vago
retido
cheio
De algo que não se vê
Mas se sente
Um sentimento que gera redundâncias
Lágrimas e sorrisos

E um poema que não tem fim...

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 12:06 AM
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Sexta-feira, Janeiro 06, 2006  

Kralho!
Desculpem o palavreado mais hoje eu estou muito puta mesmo! Sabe o quão irritante é a porta de segurança comum nos bancos hoje em dia? Pois é... O Banco Real inventou um jeito virtual de criar esta porta! Kra, eles enviam 2 senhas que você tem que se virar para decorar, depois, você mesmo cria outra senha de efetivação, então vai no Internet Banking e cria mais uma senha de acesso virtual e outra de efetivação, no caso da conta empresa. Resultado: TODO o meu dinheiro está preso nesta merda dessa conta porque a anta aqui não consegue encontrar as cartas que tinham tais senhas! Isso sem contar que, ao tentar lembrar a segunda senha da Internet Empresa, eu a bloqueei. Assim sendo, não faço idéia de como pagar as contas desse mês, dentre elas algumas faturas que já estavam vencidas em dezembro e correm o risco de chegar ao Serasa se eu levar muito tempo para descobrir todo esse sistema de acesso.
Pelo amor de Deus: onde eu estava com a cabeça quando abri esta maldita conta??????

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 11:54 PM
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Quarta-feira, Janeiro 04, 2006  

Quando me perguntam como foi meu ano novo só uma coisa me vem à cabeça:
Bolhas, muitas bolhas!
Bolhas de champanhe, cerveja e, nem sei como, até vodka!
Bolhas, muitas bolhas!
Estourando no céu em azul, vermelho, verde e amarelo.
Bolhas, diversas bolhas!
Latejando na cabeça ainda por mais uns dois dias.
Bolhas, alucinantes bolhas!
Partindo diretamente do fígado para explodir na cabeça.
Broncas, muitas broncas.
De uma irmã estilo cão de guarda que me protegeu de não virar uma completa bolha do estilo bem polha de ser...
E o seu reveillon, como foi?

Destroço traçado por FRANCINNE TORRES | 11:03 PM
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